A consciência do sagrado feminino

Houve um tempo, em que todas as mulheres eram sagradas. Em que eram vistas como Deusas, como senhoras de seu próprio destino. Houve um tempo, em que o corpo era sagrado, em que o sexo era uma prece. Em que homens e mulheres respeitavam-se e reverenciavam-se. Houve um tempo em que a mulher era feiticeira, faceira, tecelã, curandeira, parteira.

A mulher banhava-se na natureza, perfumava-se com jasmim. Andava de pés descalços, corria pela mata. Usava compridas saias, rodadas, coloridas, leves. Dançava para ela, dançava para a vida, dançava para seduzir, dançava para fertilizar. Sua voz era como o canto da mais bela ave. Sua beleza era fascinante, encantadora. Era aos poetas a inspiração e aos músicos, canção. A mulher era rendeira, cozinheira, mãe, sagrada, admirada. De joias e pedrarias era adornada e, da natureza, sua maquiagem retirava.

Onde está esta mulher? Em que fase da história ou período ela perdeu-se? Onde devemos procurá-la? Na verdade, esta mulher-sagrada ainda existe. Está imersa em outras formas, em outras faces, em outros costumes. Mas se priva, se poda, se adapta, se escraviza… E não lembra do que já foi em sua totalidade.

Hoje esta mulher é empresária, médica, advogada, policial, recepcionista, dona-de-casa, política, enfermeira, escritora, estilista. Ela ainda está aqui, mas não lembra quem realmente é. Perdeu a memória. Esqueceu-se de sua sacralidade, de sua divindade, de sua superioridade.

Mulher! Coloca tua saia rodada, penteia-se com o orvalho, tira o sapato dos pés. Permita-se bailar com o vento, satisfazer seus desejos, impor sua vontade. Permita-se amar, realizar, cantar. Permita-se sentir bela, amada, desejada, sentir prazer. Permita-se fazer aquilo pelo qual tua alma anseia. Permita-se honrar a Deusa, ao Deus, à natureza. Permita-se viver a tua vida, e ser a senhora absoluta do teu destino.

Mulher, dentro de ti há tantas outras, que tu ignora totalmente. Será você fértil doce e maternal como Deméter? Ou vingativa como as três Fúrias? Quem sabe arrebatadora e feroz, como as Harpias. Talvez seja feiticeira, sábia e misteriosa como Hécate. Ou soberana e dotada de magia como Ísis, mãe dos egípcios. Um tanto implacável, forte e destemida como Kali. Encantadora e misteriosa como as Nereidas. Quem sabe é curiosas como Pandora. Confiável e mensageira, como Íris. Ou justa como Têmis. Talvez seja sensual, impulsiva e totalmente movida pela paixão, como Afrodite. Ou seja, selvagem como Ártemis. Pode ser que seja repleta de cores e amores como Eros. Ou então maléfica como Éris. Mas… Possivelmente, sejas todas elas juntas!

Mulher, vem! Resgata o teu papel, o teu feminino sagrado, tua ancestralidade. Não tenha medo de seguir a luz, de se entregar ao Sol. Muito menos de mergulhar nas trevas do submundo, das fogueiras, dos encantamentos. Prove de todos os reinos e sabores, permita-se viver intensamente cada instante. Siga seus instintos e extintos. Seja simplesmente você.” (Autor desconhecido)

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O chamado sagrado feminino são os saberes a cerca do poder feminino de geração, nutrição e manutenção, como um verdadeiro arquétipo da Deusa, a Shakti. É descobrir seu próprio poder pessoal e tornar-se dona de si. Se não através do feminismo, o despertar (a descoberta) para o sagrado feminino chega através de alguma prática espiritual como o paganismo ou a bruxaria. São mulheres que estudam os saberes do feminino e os propagam, junto também do culto à Deusa.

As formas de cura do sagrado feminino consiste na busca pessoal da mulher pelo seu divino interior, encontrar-se com sua Deusa e conectar-se com seu verdadeiro ser, conectar-se com a sua mulher selvagem. O despertar para o sagrado feminino muitas vezes vem acompanhada (ou guiada) pela busca espiritual, pela bruxaria, outras através do feminismo que em busca do empoderamento (dar poder) de volta às mulheres estudam os saberes femininos. O culto à Deusa segue cada vez maior em todo o mundo graças ao feminismo e a algumas bruxas que não desistem de repassarem seus saberes e ajudam mulheres a escutar esse chamado para o despertar. Como por exemplo, hoje em dia temos a cada lua cheia eventos como a Bênção do Útero organizado pela Miranda Grey que une mulheres de todo o mundo para uma meditação (solo ou grupal) para curar o nosso útero, nossas feridas inconscientes, curar-nos de toda a agressão que sofremos em todo o mundo, todas somos uma só. Nosso útero armazena muita energia e através dessa meditação mundial buscamos libertar e curar toda a energia armazenada. As formas de cura do sagrado feminino consiste na busca pessoal da mulher pelo seu divino interior, encontrar-se com sua Deusa e conectar-se com seu verdadeiro ser, conectar-se com a sua mulher selvagem. O que é uma mulher selvagem? é a nossa alma, a nossa base, toda a nossa constituição, a nossa verdadeira natureza. Todas temos nossa mulher selvagem dentro de nós. Em algumas mulheres mais adormecidas, em outras desabrochando para o despertar. A busca é pessoal pois é um verdadeiro chamado que surge do âmago feminino. O feminino está voltando para a boca de todos. É a consciência ambiental, é a proteção animal, é a luta contra a destruição do meio ambiente e seus seres vivos – incluindo os seres humanos-, é a luta das mulheres pelos seus direitos civis. É a busca pelo equilíbrio, bem estar e saúde de todos pois é isso o que o feminino faz: nutre Nutre nossa força de vontade sempre que caímos pelos mais diversos motivos. Nutre a Terra, gera e nutre a vida.

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A imagem da mulher amamentando não só nos diz que ela é uma mãe mas diz também que ela nutre, dá a saúde, mantém a vida. Se essa é a primeira vez que você lê sobre o sagrado feminino pode estar perguntando-se quem é a Deusa, afinal. A Deusa esta em todas as religiões e portanto é multicultural e nem sempre ela é uma Deusa (como no caso de Maria mãe de Jesus que praticamente tem um papel de santa-auxiliar-intermediadora), Ela é Hécate, Ela é Gaya, Ela é Maria, Ela é Kali, Ela é a Shakti. Ela é a mãe bondosa que alimenta e acolhe sua criação e também é a mãe destruidora de ilusões, de egoísmo, Ela nos acorda para que possamos enxergar a realidade divina. A Shakti não existe sem Shiva e Shiva não existe sem Shakti. Eles não trabalham separados, eles não EXISTEM separados.

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O sagrado feminino e o sagrado masculino andam juntos como o Ying e Yang. Sagrado feminino e sagrado masculino não é homem e mulher, são potências enérgicas que juntas são uma só. O sagrado feminino não é exclusivo para as mulheres assim como o sagrado masculino não é exclusivo para os homens. Os homens (cis, bi, trans, gay) podem também aprofundarem-se em seu sagrado feminino se quiserem assim como o seu sagrado masculino e o mesmo serve para as mulheres se elas quiserem despertar e aprofundarem-se seu sagrado masculino podem normalmente. Todos nós homens e mulheres (independente da sua orientação sexual) temos Shiva e Shakti. Nós somos o arquétipo da Deusa mãe e do Deus Pai e ambos são um. Uma mulher que passa a enxergar-se como uma verdadeira manifestação da Deusa Mãe Geradora e nutridora e percebe em si os mesmos ciclos que os da Terra, e sente toda a energia que flui junto com esse despertar que alimenta nossa mente criativa, nosso corpo e nossa psique. A confiança dessa mulher vai mudar, a forma dela enxergar o mundo e a postura dela diante da vida e das pessoas irá mudar. Ela terá despertado para a grande força ancestral do sagrado feminino. É isso que é o sagrado feminino: o despertar da essência, da força, curar sua história ancestral esquecida – ou sofrida-, é aceitar os ciclos naturais dessa Terra e aproveitar com sabedoria as passagens como a menstruação, gestação, menarca, menopausa, até a morte. Conecte-se com sua intuição ( acredite nela!!), acredite no seu poder de cura, de conexão e interação com os Deuses, quebre os padrões do nosso atual sistema capitalista e patriarcal, seja cíclica como o tempo e vá em busca da cura pessoal, grupal e planetária. – O que é um circulo de mulheres “Círculos de Mulheres podem ser vistos como um movimento evolucionário e revolucionário que está escondido por trás de uma imagem aparente: parece ser apenas um grupo de mulheres reunidas, mas cada mulher e cada Círculo está contribuindo para algo muito maior.” Jean Shinoda Bolen em O Milionésimo Círculo É a união de almas com o mesmo objetivo, com a mesma busca : o sagrado feminino, a cura,a integração e contemplação dos ciclos femininos, a conexão espiritual. Mulheres reúnem-se para dançar e cantar para a Deusa todas juntas. Quem é a Deusa aqui? É a mesma abordada anteriormente, é a Deusa antiga e Ela é multicultural então esses encontros de mulheres não são obrigatoriamente pagãos. Mulheres pagãs e cristãs reúnem-se para despertarem e curarem juntas seu feminino sagrado. E juntas celebram a incrível conexão com a Deusa Mãe.

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Ritual para Lua Cheia com a Deusa Durga – Recebendo força, amor e poder

A lua Cheia é a fase da lua com um imenso poder e por isso também devemos ter cuidado com sua força pois ela pode ser prejudicial nos levando a confusões e brigas, nesse período nada de querer resolver as coisas de cabeça quente, acalme-se primeiro. 

Mas além disso, essa época é propícia para feitiços de transformações, aumento da habilidade psíquica, feitiços de fertilidade e invocação às Deusas Lunares. É o tempo de força, amor e poder. 

E nesse ritual despertaremos esse poder com a Deusa Durga para que Ela nos auxilie na transformação e aniquilação do nosso ego e nos guie amorosamente nessa busca do encontro da alma com nossa origem. 

A Deusa Durga é uma Deusa protetora e guerreira, Seu poder faz com que todos os reinos da natureza cumpram seu dharma, a função para a qual foram criados e nos liberta de karmas (ações) negativos, a Deusa Durga guia aqueles que se propõem honestamente a superar seus defeitos e preconceitos. 

Durga protege a humanidade do mal, da miséria e das doenças, destruindo energias negativas (forças maléficas) como egoísmo, egoísmo, ciúmes, intolerância, inveja, ira, ódio, dissimulação, disputa e outras manifestações do ego.

A Mãe Durga é iluminada e resplandecente como a Lua, Ela monta um leão ou um tigre (significando domínio sobre o ego inferior e as emoções instintivas, poderosas e selvagens), carrega em suas mãos várias armas (significando sua prontidão de guerreira para destruir o mal a qualquer momento), e possui o brilho intenso do fogo divino destruidor e transformador. Durga tem o poder de revelar onde a divindade interna se oculta e propiciar o encontro da alma com sua origem cósmico-estelar.

Para esse ritual:

  • Vela amarela ou dourada
  • Incenso de Lavanda
  • Imagem de Durga
  • Mantra de Durga (vídeo ou mp3)
  • Japamala

 Em um lugar calmo e onde você não seja perturbado prepare o ambiente de forma confortável e agradável. 

Acenda a vela e o incenso, coloque o mantra de Durga para tocar baixinho acomode-se como lhe for mais confortável e prepare-se para a rendição, para aproximar-se d´Ela com amor, prepare-se para abrir o seu coração. 

Ela é a mãe do universo e o amor nos conecta, nos aproximamos d’Ela através do amor, a mãe Durga trabalha o mundo material então revele o seu coração para Ela com franqueza e humildade, seja a criança simples que você sempre foi. 

Mate sem piedade os inimigos como o egoísmo e a desonestidade, Ela é a Deusa destruidora de demônios, então faça uma total, sem reserva e dedicada auto-rendição para Ela, permita que Ela destrua todos os seus demônios internos.

Meditando leve-se para o templo da Deusa e ajoelhe-se diante dela, peça-lhe força e coragem para tomar suas decisões, para resolver situações complicadas (familiares ou profissionais), para realizar as mudanças necessárias e cortar todo o mal. 

Em seguida veja a Deusa lhe entregando a sua força por meio de suas armas e receba as bênçãos de suas dez mãos, concentre essa força em sua mente e em seu coração. Veja a Deusa aniquilando seus demônios, fraquezas, medos e assombros.

Celebre sua vitória dançando e cantando com a Deusa, vencendo os monstros do medo e libertando-se das garras da tristeza, depressão, dos sentimentos ruins que não te pertencem. 

Peça para a Deusa ajudar a libertar-te da raiva, da dor, do medo, do ego, da ignorância. 

Agradeça à Deusa por todas as bênçãos concedidas e pela oportunidade e privilégio desse momento especial de conexão. 

Vá distanciando-se da Deusa lentamente e enquanto distancia-se inicie a entoação do mantra acompanhando o mantra que foi colocado para tocar no início, pegue sua japamala e entoe o mantra de Durga por 108 vezes (ou múltiplos de 8). 

(É indicado que entoe-se o mantra acompanhando um mantra que seja reproduzido em mp3 ou vídeo para que a pronúncia correta seja aprendida, porém é opcional que escute o mantra durante o ritual ou entoação do mantra, você pode fazer tudo em silêncio também, a escolha é sua)

Encerrando a entoação do mantra, agradeça e despeça-se da Deusa.

Clique aqui se desejar sugestão de mantra para esse ritual.

Jay Durga Jay Jay

Vitória à Divina Mãe!

O arquétipo da sombra, o lado sombrio da sua alma

Segundo a psicologia analítica de Carl Jung, o arquétipo da sombra representa “o lado sombrio” de sua personalidade. É um submundo feroz da alma onde você armazena a parte mais primitiva de si mesmo. Há o egoísmo, os instintos oprimidos e o eu “não aprovado” que rejeita sua mente consciente. Esta é a parte que está enterrada nas camadas mais profundas do seu ser. A sombra é o arquétipo do lado negro da sua alma.

Você provavelmente já ouviu falar sobre esse conceito no passado. A ideia do arquétipo da sombra é um conceito familiar. Os psicólogos ainda usam isso para falar sobre confronto. Refere-se àquela percepção de um conflito interno que você às vezes experimenta quando está frustrado, com medo, inseguro ou zangado.

“Uma pessoa não é iluminada por imaginar figuras de luz, mas por estar ciente da escuridão.” -Carl Jung-

Mas você não deve esquecer que a ideia que Jung descreveu em seu trabalho sobre os arquétipos já era histórica e culturalmente presente em nossa sociedade. O conceito de sombra ou lado sombrio da alma é uma dúplice comum. Até inspirou Robert Louis Stevenson a escrever seu romance clássico, O Estranho Caso do Dr. Jekyll e Mr. Hyde. Stevenson, é claro, escreveu este romance antes mesmo de Jung desenvolver sua teoria sobre o arquétipo da sombra.

Tudo o que consideramos em um determinado momento como “ruim” devido à nossa educação e aos padrões morais da nossa sociedade se transforma na nossa sombra. No entanto, não é aconselhável ver todas essas dinâmicas internas como experiências reprováveis ou perigosas, até o ponto de pensar que todos nós carregamos um Hyde que quer se manifestar.

O próprio Jung explicou que existem diferentes tipos de sombras e que uma maneira de alcançar o bem-estar, a cura e a liberdade pessoal é torná-las conscientes e enfrentando todas elas.

O arquétipo da sombra, o lado negro dos seres humanos
O arquétipo da sombra está intimamente ligado ao conceito de “subconsciente” de Freud. Mas possui aspectos únicos que o distinguem de maneira significativa dessa ideia. Esses aspectos únicos também enriquecem o conceito de Jung. Não podemos esquecer que o que começou como um idílio intelectual entre Freud e Jung acabou esfriando, até o ponto de Jung dizer que o pai da psicanálise era “uma figura trágica, um grande homem, mas uma pessoa com a qual ele não concordava”.

Jung desenvolveu seu próprio método, a psicologia analítica. Ele rejeitou o banco e a relação assimétrica entre o terapeuta e o paciente. Jung era a favor de uma terapia baseada na conversa. Ele acreditava que a terapia deveria penetrar na estrutura da mente e no inconsciente onde os arquétipos vagueiam. De todos os arquétipos, o arquétipo da sombra é, sem dúvida, o arquétipo com o valor mais terapêutico. Vamos aprender as características deste arquétipo no restante deste artigo …

A sombra, uma presença conhecida mas oprimida
– Jung emprestou o termo “sombra” de Friedrich Nietzsche.
– Essa ideia representa a personalidade oculta que todo ser humano possui. Do lado de fora, a maioria de nós (e nós também acreditamos) são pessoas boas e amigáveis. Mas algumas partes de nós são suprimidas. Esses são instintos herdados que às vezes escondem violência, raiva e ódio.
– O arquétipo da sombra não existe apenas nos indivíduos. Também grupos de pessoas (seitas, grupos religiosos, partidos políticos) podem ter um arquétipo da sombra. Em algum momento, esses grupos podem mostrar seu lado sombrio e justificar fatos violentos contra a humanidade.
– Quanto mais reprimimos a sombra, mais destrutiva, traiçoeira e perigosa ela se torna. De acordo com Jung, ela pode “projetar-se”. Ocorre então na forma de uma neurose ou psicose .
– Jung também identificou duas tipologias dentro do arquétipo da sombra. A primeira é a sombra pessoal. Todos nós temos isso. Inclui todas as nossas pequenas frustrações, medos, egoísmo e negatividade comum. O outro tipo é a sombra impessoal. Ela contém a essência mais arquetípica do mal e acompanha o genocídio, o assassinato implacável e assim por diante.

Jung sobre como lidar com o lado negro da sua alma
“Infelizmente, não há dúvida de que o homem, como um todo, é menos bom do que pensa ou quer ser de si mesmo. Todo mundo carrega uma sombra. E quanto menos é expresso na vida consciente do indivíduo, mais escura e pesada ela é. Se um sentimento de inferioridade é consciente, há sempre uma chance de melhorá-lo. Além disso, está em contato constante com outros interesses, de modo que está constantemente sujeito a mudanças. Mas se for suprimido e separado da consciência, nunca é corrigido. Além disso, provavelmente entrará em erupção em um momento inconsciente. Em qualquer caso, é um problema inconsciente que bloqueia as tentativas mais recentes. ”

-Carl Jung-

Como posso enfrentar minha própria sombra?
Você pode pensar que a teoria do arquétipo da sombra é interessante. Em sentido metafórico, tem seu charme e certa mística. Porque nesta imagem vemos o reflexo do que é tabu de uma maneira clássica. Representa o mal e o lado sombrio da personalidade humana que sempre desperta nosso interesse. Mas há alguma coisa nessa teoria que possamos aplicar em nossas vidas diárias?

A resposta é “sim”. Jung nos lembra em seus escritos, em livros como O Arquétipo e o Inconsciente Coletivo. Ele diz que é nosso trabalho na vida nos aceitar plenamente e integrar nossa “sombra” em nossa personalidade. Desta forma, podemos estar cientes disso e trabalhar face a face com ela. Ignorar e permitir que permaneça no inconsciente pode nos privar do equilíbrio e da chance de sermos felizes.

Também não devemos esquecer quais aspectos esse conceito significa que chamamos de “sombra”. Aqui encontramos nossos medos, nossos traumas passados, as decepções que nos envenenam e os sonhos que nunca se realizaram como resultado de nossa própria indecisão. Se escondermos todos esses demônios interiores, eles se tornarão mais violentos. Se os silenciarmos, eles eventualmente nos controlarão. Eles vão retratar uma imagem de nós mesmos que não gostamos ou discordamos.

Devemos, portanto, lembrar que nosso crescimento pessoal e nosso bem-estar psicológico sempre dependerão da nossa capacidade de trazer essas sombras à luz. Assim que fazemos esse esforço corajoso, o delicado, mas valioso trabalho de cura começa. Só então poderemos encontrar paz e bem-estar.

Extraído e traduzido de verkenjegeest

Benefícios do anís estrelado para a saúde

Os benefícios do anís estrelado para a saúde são tantos que se torna até difícil reunir em apenas uma postagem todos eles. Esta é uma erva tão poderosa que poderá mudar de uma vez por todas a sua vida e saúde.                                                           

A aparência do anís estrelado é encantadora, o seu nome se deve à sua forma de estrela, é belíssima e muito característica, se você já viu uma, certamente se lembrará disso. A erva serve como tempero para diversos alimentos, além de ser utilizada como chá.

Além de ter um sabor interessante, o que poucas pessoas sabem é que o uso dela pode trazer inúmeros benefícios para a saúde, é justamente sobre isso que viemos falar neste post.

O que é anís estrelado?

O anís estrelado é, nada mais e nada menos do que uma erva poderosa, com várias possibilidades de uso no dia a dia. A erva é usada em alguns pratos como decoração, inteira, ou como tempero para os alimentos, moída.

O seu chá é feito também depois de ressecada e picada, é um chá muito buscado, em sua forma natural pode trazer ainda mais benefícios para a saúde.

Outra coisa que poucas pessoas sabem é que, do anís  estrelado, pode ser retirado ainda um valioso óleo, este que pode ser usado para fins odontológicos.

Para que serve o anís estrelado?

A erva, quando utilizada corretamente, traz vários benefícios para a saúde. Ela contém propriedades muito úteis para o organismo, agindo como anti-inflamatório ou anti-bacteriano.

Para pessoas que sofrem com a baixa imunidade, o anís pode se tornar um santo remédio. Com bastante vitamina C em sua composição, o consumo de chá pode prevenir a presença de alguns vírus no organismo, como a gripe e o resfriado.

Inclusive, a erva de estrela está presente na composição de vários remédios contra baixa imunidade, dessa poucas pessoas sabiam.

Benefícios do anís estrelado para a saúde

É claro que não é só isso, os benefícios vão muito além da melhora da imunidade e a ajuda na luta contra o resfriado, este tempero pode te tornar uma pessoa muito mais saudável.

O consumo regular da erva organiza os níveis de açúcar presentes no organismo, isso é muito importante, afinal, no dia a dia acabamos sempre consumindo mais açúcar do que deveríamos, afinal, ele está por toda a parte!

A erva é um poderoso antibacteriano, que sozinho pode te ajudar muito na luta contra inflamações. É um verdadeiro remédio contra graves inflamações.

Se você está gripado ou resfriado, tome um chá quentinho de anís estrelado, isso será agradável pelo sabor, mas também te ajudará a se libertar da doença.

A erva também tem efeitos relaxantes, por isso pode ser muito bom criar o hábito de consumir o seu chá antes de dormir, ela te ajudará a vencer casos de insônia. Pode ser utilizada em casos isolados ou como tratamento, fica a seu critério.

O anís estrelado também te dará uma pele mais jovem, os altos níveis de antioxidantes prevenirão o envelhecimento precoce, mais um ganho e tanto para a sua saúde e aparência.

Para as pessoas que tem problemas de má digestão, este também será um grande remédio. Diga adeus à queimação e à asia com ajuda deste chá. Use regularmente e acabe de uma vez por todas com o seu problema.

O anís estrelado também é muito usado para fazer banhos energéticos com e na fitoenergia.

Onde comprar anís estrelado?

Como é uma erva bastante conhecida, a missão de comprá-la não será tão difícil assim. Você poderá facilmente encontrá-la em casas de chás ou de produtos naturais e fitness. Você poderá comprar pronta para o chá, inteira ou ressecada.

Em casas de temperos é possível encontrar ela moída, pronta para ser usada nos alimentos, agregando ainda mais valor ao sabor.

Não tenha medo de provar, o seu sabor apaixona à grande maioria das pessoas. Os valores não são tão altos, mas ela pode ser encontrada à peso, ficando ainda mais em conta para quem desejar comprá-la.

O verdadeiro e benéfico aní tem origem chinesa, a compra do japonês não será boa. Este artigo trata somente do anís chinês, este sim fará bem à sua saúde!

É possível usá-lo em caldos, sopas, carnes… fica ao seu gosto. O chá pode ser feito normalmente, para um melhor efeito, use a erva inteira. Pelo contrário do que os mitos dizem, este chá pode sim ser adoçado, desde que isso seja feito com moderação.

É um chá gostoso, o sabor não incomoda. No tempero poderá deixar ainda mais saboroso o seu alimento. Não tenha medo de provar, você certamente gostará do que está consumindo.

É um valor muito em conta por tantos benefícios, você pode ainda misturar esses benefícios com outros, de outros chás e temperos, não te trará nenhum problema.

Agora que você já conhece os  benefícios do anís estrelado para a saúde, prepare o seu chá, tempere  os seus alimentos e obtenha todos os benefícios disso para a sua saúde!

Autossabotagem

Vejamos se fica claro o que é autossabotagem.

Toda vez que a pessoa faz algo que atrapalha, atrasa ou impede seu crescimento pessoal em todas as áreas da sua vida é autossabotagem.
 Toda vez que a pessoa omite de fazer algo que contribuirá para sua evolução é autossabotagem.

Toda vez que a pessoa não faz o que aumentaria seu crescimento pessoal é autossabotagem.O crescimento pessoal ou evolução é um imperativo do Universo. É impossível fugir dele. Quer gostemos ou não, é uma necessidade. Portanto, é inteligente fazer da necessidade uma virtude. Isto é, trabalhar diuturnamente para crescer em todos os aspectos. Isto significa melhorar e crescer em todas as áreas.

É fácil perceber se você se sabota ou não. Toda vez que há um crescimento algo acontece e ele é paralisado. Pode ser ficar doente, bater o carro, ser assaltado, perder o emprego, etc. Alguma coisa acontece e não passa de um determinado ponto. Sempre é aquele ponto. Pode ser um salário, um cargo, um nível de clientes, um faturamento, etc. Existe uma fronteira que é o limite até onde a pessoa chega. Isso se repete N vezes pela vida afora. Se essa programação não for apagada isso permanecerá por toda a vida.

  • Quando só se lê livros fáceis é autossabotagem.
  • Quando não se atende bem aos clientes é autossabotagem.
  • Quando não se visita mais um cliente é autossabotagem.
  • Quando se tem preguiça é autossabotagem.
  • Quando não se quer ganhar dinheiro é autossabotagem.
  • Quando não se luta para melhorar de vida é auto-sabotagem.
  • Quando não se contribui para a sociedade melhorar é autossabotagem.
  • Quando não se luta contra as injustiças é autossabotagem.
  • Quando não se luta contra a ignorância é autossabotagem.
  • Quando não se protege os fracos e indefesos é autossabotagem.
  • Quando se opta por divertimentos fúteis é autossabotagem.
  • Quando não dá tudo que se tem no trabalho é autossabotagem.
  • Quando se mede o bem que se faz é autossabotagem.
  • Quando se tem medo do que a torcida irá pensar é autossabotagem.
  • Quando se tem apego é autossabotagem.
  • Quando se é materialista é autossabotagem.
  • Quando não se tem interesse em conhecer a realidade última do universo é autossabotagem.
  • Quando não se quer estudar é autossabotagem.
  • Quando não se quer trabalhar é autossabotagem.
  • Quando não se está em fluxo com o Criador é autossabotagem.
  • Quando se faz distinção de cor, raça, sexo, etc. é autossabotagem.
  • Etc.

Entenderam o conceito?

Por exemplo: estou numa cafeteria e coloco o dinheiro em cima do balcão para pagar um café’. A atendente está a três metros de distância andando de um lado para outro. Não na minha direção. Espero minutos e ela não vem atender. Pego o dinheiro e vou embora. O que vocês acham que foi a atitude dela? Num outro dia no mesmo café estou com um cliente e pretendemos tomar café. Foi outra experiência interessante. O cliente não sabia do caso acima. Neste dia tinha três funcionários no café andando de um lado para outro e neste caso a um metro de nós. Ninguém veio atender. O cliente teve de chamar um deles. Com certeza essas pessoas devem reclamar da vida e do salário. Será que elas percebem que estão sabotando a possibilidade de melhorarem de vida?

Num outro café ouço: “trabalhar no domingo, ninguém merece.”. Parece o muro de lamentações. Todos revoltados porque irão trabalhar. E moram na periferia de São Paulo. Como será que essas pessoas enxergam o trabalho? Adivinhem: uma maldição. (Vide o Genesis).
 No caso da Ressonância Harmônica isso é muito claro. Desde o primeiro segundo, a onda penetra no cérebro limpando tudo que é negativo: crenças, paradigma, traumas, bloqueios, tabus, preconceitos, zona de conforto, etc.. Entra uma onda dourada pelas sinapses e micro túbulos (15 nanômetros). Se o ego da pessoa deixar (isto é, ela mesma) isso poderá ser mudado em segundos. Normalmente leva meses porque a pessoa atrasa o processo. Pode ser extremamente rápido. E quanto antes houver essa limpeza interna, mais depressa os resultados externos aparecerão: dinheiro, casa, apartamento, emprego, concurso público, o gerente liberar o cheque especial, pagarem o precatório, etc.
 Muitas vezes a pessoa emite uma onda contrária (onda escura) que paralisa o processo. Isto é o ego da pessoa dizendo que não quer mudança alguma na vida dela. Quer apenas os resultados sem mudar coisa alguma. Isto é, a pessoa quer magia. Uma força externa que faça o que ela quer sem necessidade de nenhuma mudança de paradigma. Como no caso da Ressonância Harmônica estamos falando de Física, existe um conflito de entendimento enorme neste caso. A Ressonância Harmônica é baseada na Mecânica Quântica. 
 O primeiro mês com a RH é muito fácil, porque os níveis profundos do subconsciente ainda não foram atingidos Então há um crescimento grande. Embora em algumas pessoas a limpeza no primeiro mês seja forte o suficiente para que o subconsciente ative a programação da sabotagem com toda a sua força. Esse programa são as crenças limitadoras recebidas na infância. As crenças do tipo: dinheiro é sujo, dinheiro é pecado, dinheiro não é tudo não, o rico não vai pro reino dos céus, a vida é difícil, etc.

No segundo mês normalmente é onde começa a aparecer com toda a força o programa da autossabotagem. Podem aparecer as somatizações, os problemas aumentam, perda de vontade de trabalhar, perda de vontade de exercitar-se, perda de vontade de estudar, só quer dormir, etc. Todo tipo de situação é criada para que a pessoa não enfrente as crenças. Não mude as crenças e comece a evoluir. Isso é muito interessante para a pessoa perceber que ela cria a sua própria realidade. Neste  ponto é preciso enfrentar isso com todas as forças da nossa determinação e continuar firme no processo.
 As pessoas dizem neste ponto que não está funcionando, que está fazendo mal, etc. Não entendem que é uma limpeza. Que o alicerce para um gigantesco crescimento está sendo erguido. Que sem limpar não há possibilidade de evoluir. É preciso mudar a frequência para que possa passar para o próximo nível. E com energias negativas não dá para mudar a frequência. É preciso limpar profundamente todos os corpos da pessoa. Se ela deixar o processo fluir naturalmente uma grande onda de felicidade virá em seguida. Um sentimento de consciência cósmica explodirá dentro de si. Um sentimento nirvânico. Sem fazer a limpeza não se chegará ao nível de manifestar a realidade com um único pensamento/sentimento. Não há como contornar isso. Não há jeitinho. Pode ser desconfortável, mas é imprescindível.

Hélio Couto

O Poder de soltar

Para acabar com a segregação racial nos ônibus o que Martin Luther King fez? Pararam de andar de ônibus. Soltaram os ônibus. Qualquer que seja a situação a coisa mais poderosa que se pode fazer é soltar.

O universo tem um fluxo de energia que faz com que tudo ande da melhor maneira possível se não houver interferência. A interferência é colocar pressão, ansiedade, força, resistência, etc. Interferir no fluxo natural das coisas. 

Quanto mais se coloca pressão para ter resultados, sejam quais forem, menor o resultado e pior também. O universo já tem um crescimento acelerado em todos os sentidos e acima de tudo é harmônico. 

Nesta série estamos explicando a ciência por trás do soltar. O porque soltar funciona. Não existe maior poder que isso. Porém, é preciso analisar para poder entender como aplicar o soltar em qualquer situação. É uma arte. A técnica é fácil de entender, mas a aplicação exige um refinamento de consciência para chegar no ponto certo. O ponto do “estado da arte” do soltar. O desapego total. O que Buda explicou pode mudar qualquer situação, resolver qualquer problema, etc. Buda vivenciou isso quando ele sentou debaixo da árvore e soltou o mundo. Depois de fazer um esforço monumental ele soltou o mundo. Nesse momento houve a iluminação. Quando ele se entregou, se rendeu. Isso não quer dizer não fazer nada. É exatamente o contrário. É a maior ação que uma pessoa pode fazer. A ação através da não-ação. O Taoismo puro. Fazer e soltar. O resultado virá o mais depressa possível. Fazer o máximo que puder e soltar. Deixar o universo resolver o que é preciso da melhor maneira possível.

Soltar envolve paciência para esperar de uma forma proativa. Continuar fazendo e soltando. Exatamente como aprender uma língua. Estudar e soltar. Um dia o subconsciente falará aquela língua. No momento certo. 

Soltar é uma coisa que está disponível para qualquer pessoa. Independentemente de qualquer condição. Todos os problemas seriam resolvidos se isso fosse entendido. Tanto nesta dimensão como em qualquer outra. Se tem uma coisa que vale apenas aprender na vida é o soltar. Todas as crianças deveriam aprender isso o quanto antes. 

Quantas economias estão estagnadas no mundo hoje? Décadas perdidas por absoluta falta de vontade de fazer o que tem de ser feito. Pura zona de conforto. Continuam fazendo o que não funciona, mas não mudam. A zona de conforto é a resistência ao soltar. Sair da zona de conforto e fazer mais é soltar. Soltar a zona de conforto e enfrentar o que tem de ser feito. Isso é soltar. As dívidas também estão neste contexto. Quantas dívidas são feitas porque não se solta? Se algo não funciona não adianta fazer dívidas para continuar fazendo o mesmo. Se soltassem aquela visão de mundo que não funciona o problema estaria resolvido. Continuar pensando em dívidas é não soltar. Soltar a dívida é pensar em ganhar e agir. Basta analisar cada problema ou objetivo que dá para ver o que é preciso soltar. A questão é fazer o que tem de ser feito.

Hélio Couto

Exercício para tentar enxergar auras

Método 1 – Fixe seu olhar em uma cartolina de cor azul por 5 minutos, evitando ao máximo piscar os olhos. Em seguida, olhe para a pessoa que deverá estar na frente de um fundo branco. Você verá a imagem da sua aura.

Método 2 – Esta técnica é bem simples pois você usará sua intuição. Coloque-se na frente da pessoa. Fixe seu olhar nos intercílios (entre os olhos). Conte até 5 e feche os olhos por alguns segundos. Depois, fixe sua atenção no alto da cabeça da pessoa que está na sua frente. Conte até 5 novamente. Feche os olhos e pergunte a si mesmo, mentalmente: “Qual a cor da aura que vejo?”.

Ambos os métodos requerem um certo avanço mental/espiritual da pessoa.

Entenda o significado das cores da sua aura:

  • Azul: capacidade de curar através das próprias energias mentais e espirituais; age sobre os outros de modo agradável e calmante; altos ideais de vida; sinceridade; tem o dom de usar as forças sobrenaturais.
  • Branco: pureza; amor ao próximo; perfeição. Uma aura que significa a luz da verdade e a luz elevada da consciência divina.
  • Branco-prateado: pessoas de espírito altamente evoluído; indica uma ampla abertura às forças cósmicas.
  • Cinza: ansiedade e timidez; autoestima deficiente; falta de coragem para assumir as próprias opiniões e expressá-las. Excesso de economia na vida diária.

  • Laranja/amarelo: capacidade de dar e receber; dotada de muita esperança; a saúde e a família desempenham um papel importante. Tem o dom de conviver em grupo harmoniosamente.
  • Preto: tendência para usar a sexualidade de forma instintiva. Também indica a ânsia de conhecimento, excesso de timidez e solidão.
  • Rosa: coração caloroso; amor ao próximo sem egoísmo; simpatia; gentileza; sensibilidade às vibrações das outras pessoas.
  • Turquesa: poder de expressão e criatividade na palavra, na arte e na comunicação; tem boa combinação de conhecimentos; percepção profunda e de rápida reação.
  • Verde: autoconfiança; capacidade de resolver problemas e de perdoar; enaltecedora da paz; muita sensibilidade.
  • Vermelho: ênfase no modo de vida material; sucesso alcançado através da dedicação pessoal completa; saúde física estável; tendência à irritabilidade quando contrariada.
  • Violeta/lilás: espiritualidade bem desenvolvida; inspirações criativas; capacidade de transformar os sofrimentos pessoais em fatores positivos para o próprio destino.

Conhecendo a Deusa Kälï

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  • A deusa da morte e da regeneração –

Deusa Kälï é a deusa hindu associada com a morte, a destruição, o tempo, a mudança, renascimento, regeneração e a liberação final. Ela é negra e violenta em suas manifestações no sentido de que ela destrói qualquer coisa que está no caminho da mudança criativa e geradora. Ela destrói o ego centrado e por isso é que ela destrói as estruturas representadas pelo ego focalizado. Conforme as crenças tântricas, bem como na tradição hindu Shakta, ela é considerada como a realidade última do universo ou o Brahman final. Na tradição hindu, ela é chamada como Kalika e também é reverenciada como Bhavatarini, a redentora do universo. Ela é a deusa onipresente para seus devotos, ela é também a deusa mãe benevolente.

  • A deusa virgem –

Ela é considerada como uma deusa virgem, no sentido de que ela é ferozmente independente e sexuada. Aqui temos de fazer uma distinção entre o que se entende por virgindade quando nos referimos a deusa Kälï. É muito diferente do conceito ocidental de virgindade, que conota a castidade sexual. A deusa Kali é diametralmente oposto ao conceito ocidental de virgindade e ela é considerada como o Duti final; ela tem dentro de sí todos os poderes supremos sexuais. Ela gosta de sexo e ajuda na “ascensão” de poderes iogues através do sexo.

  • Kälï como consorte de Shiva –

Kälï e Shiva

Deusa Kälï pode ser igualada em sua energia e manifestações só pelo Senhor Shiva. Somente o Senhor Shiva é considerado como a “outra metade” desta deusa ferozmente independente. Na verdade, uma história na mitologia, só o senhor Shiva pôde acalmar os ânimos de Kälï após um ataque de destruição das forças do mal. Segundo este folclore, quando deusa Kali não parou seu ato de aniquilação e destruição após destruir todas as forças do mal, os deuses e os mortais começaram a tremer de medo e todo os mundos oraram para o senhor Shiva encontrar uma saída. Considerando o pedido de todos os deuses para evitar a destruição total do universo, senhor Shiva decide colocar-se no caminho da fúria da deusa Kälï. Foi apenas quando seu pé caiu sobre o peito do Senhor Shiva que Kälï reconheceu seu consorte e parou sua dança mortal.

  • Kälï, a deusa poderosa da tradição Shakta –

Kälï também está associada com outras deusas da tradição hindu como a deusa Durga, BhadraKälï, Sati, Rudrani, Parvati e Chamunda e juntas elas representam a força suprema do universo feminino, a Shakti. A tradição Shakta da religião hindu é dedicada ao caminho supremo do feminino na forma de Shakti. Kälï também é a principal entre as Dasa Mahavidyas, que são as 10 deusas tântricas.

Kälï
  • Deusa Kälï não é a mesma que Kali Yuga –

Não devemos confundir Kälï com o demônio que representa a Kali Yuga. No Mahabharata há uma menção a este demônio que pretende destruir o mundo do Dharma ou da verdade. Este demônio é dito ser a causa de todas as misérias dos tempos atuais chamados como Kali yuga. Deusa Kälï, por outro lado transcende o tempo e ela existiu em todas as Yugas e ela deve existir mesmo após a existência do universo. Ela é a deusa primordial, que não tem começo nem fim. Ela é a último destruidora e redentora do universo e todos os Yugas incluindo o Kali Yuga e todas as manifestações deste universo será finalmente consumidos por ela e depois ela deve reviver seu ciclo de criação.

  • O significado do nome de Kälï –

Kälï como uma palavra significa a cor negra e é usada para descrever a deusa Kali que possuí esta cor escura ou preta. Associação de Kali com a negritude está em contraste com seu consorte, Shiva, cujo corpo está coberto pelas cinzas brancas da cremação chamadas de samasana “em sânscrito”, no qual ele medita, e com a qual Kälï também é associada, como samasana Kälï. Por outro lado, a palavra “Kala” também significa o tempo e morte. Na tradição hindu, o deus da morte é chamado Kala eo senhor que controla Kala é Shiva e, portanto, ele é retratado como Mahakala. A palavra “Kala” também é usado em associação com a deusa Kälï em virtude da qual ela é referida como a deusa da morte e da destruição. Esta associação de Kali como deusa da morte e da destruição é visto em uma passagem do Mahabharata, representando uma figura feminina que arrebata os espíritos dos guerreiros mortos e animais. Ela é chamada kalaratri que significa noite da morte ou noite eterna. Em sua associação com a morte e a destruição a deusa assume status de primordial e ela é considerada como a destruidora, criadora e redentora do universo. Ela é considerada como tirando vida, bem como dando a vida; ela destrói para dar o renascimento.

  • A origem de Kälï como traçada nos textos –

Os primeiros textos escritos mostram Kälï como uma língua negra de Agni, o deus do fogo. Esta forma de manifestação aparece no Mundaka Upanishad, onde Kälï não é explicitamente mencionada como uma deusa, mas como a língua negra das sete línguas tremeluzentes de Agni, o deus hindu do fogo.

  • Rig Veda –

No entanto, o protótipo real da figura que se manifesta como Kälï aparece no Rig Veda, na forma de uma deusa chamada Raatri. Raatri é considerada o protótipo de ambas as deusas, Durga e Kali. Ela é a deusa da noite. Na era Sangam muito antiga, por volta de 200 AC-200 DC, de Tamilakam, uma deusa como Kälï chamada Kottravai aparece na literatura do período. Como Kälï, ela tem cabelo desgrenhado, inspira medo naqueles que se aproximar dela e festaja em campos de batalha cheios de mortos. Kottravai é a mais antiga forma conhecida semelhante à deusa Kälï mencionado em textos. Mas foi a composição dos Puranas na antiguidade tardia que deu firmemente a Kälï um lugar no panteão hindu.

  • Devi Mahatmya –

Kälï ou Kalika é descrita no Mahatmya Devi também conhecido como o Chandi ou o Durgasaptasati do Markandeya Purana, por volta de 300-600 DC, onde é dito que Kälï fou emanada da testa da deusa Durga, um matadora de demônios, durante uma das batalhas entre as forças divinas e anti-divinas. Neste contexto, Kälï é considerada a forma “forte” da grande deusa Durga.

  • Matsya Purana e Kalika Purana –

Kälï é encontrada no Matsya Purana, por volta de 1500 DC, que afirma que ela originou-se como uma deusa tribal da montanha na parte centro-norte da Índia, na região do Monte Kalanjara agora conhecido como Kalinjar. O Kalika Purana uma obra do século nono ou do começo do décimo é um dos Upapuranas. O Kalika Purana descreve principalmente diferentes manifestações da Deusa, dá seus detalhes iconográficos, montarias, e armas. Ele também fornece procedimentos rituais de adoração à Kalika.

  • Presença de Kälï, desde o início da existência –

Como podemos ver, Kälï é uma deusa muito antiga na tradição hindu, com textos muito antigos e sagrados da religião hindu referindo-se a suas manifestações. Aceitar a verdade que a história humana é mais velha do que quaisquer textos escritos, então podemos imaginar a presença de Kali desde o início da existência. Na verdade, ela é a existência.

  • Tantra Yoga –

Deusas desempenham um papel importante no estudo e prática do Tantra yoga, e são afirmadas serem o central para a natureza do discernimento da realidade como as divindades masculinas são. Tantra Yoga trabalha com o princípio de despertar da “Shakti feminina” que reside nas profundezas de nossa parte inferior da coluna.

  • Ascensão da Kundalini –

Práticas do tantra yoga desperta essa Shakti feminina adormecida como uma serpente enrolada na parte inferior da coluna representada pela região inferior das costas. A partir daí, a Shakti feminina, também chamada como a força da Kundalini é empurrada para cima através dos vários chakras do corpo para finalmente se encontrar com o senhor Shiva no centro da cabeça representada pela testa. Isto é conhecido como a ascensão da Kundalini. Uma vez que a Shakti feminina se funde com o Shiva masculino no centro da cabeça a pessoa atinge a fase de libertação total ou Moksha.

  • Kälï na iconografia tântrica –

Embora Parvati é frequentemente dita ser o destinatário e estudante da sabedoria de Shiva na tradição Tantrica, é Kälï, que parece dominar grande parte da iconografia tântrica, textos e rituais. Em muitas fontes Kälï é elogiada como a realidade mais elevada ou a maior de todas as divindades. O tantra-Nirvana diz que os deuses Brahma, Vishnu e Shiva todos surgiram de suas bolhas como no mar, incessantemente surgindo e desaparecendo, deixando sua fonte original inalterada. Enfatizando sobre as crenças e tradições tântricas agora podemos apreciar a manifestação da deusa Kälï, que é pensada existir antes mesmo da existência e que é considerada a prevalecer mesmo após o fim da existência. Todos as formas e outras manifestações aparecem e desaparecem nela. Ela é o buraco negro do universo, sem começo e sem fim. O Niruttara-tantra eo Picchila-tantra declarar todos os mantras de Kälï, para ser a maior e Yogini-tantra, Kamakhya-tantra eo Niruttara-tantra todos proclamam Kälï Vidyas como manifestações de Mahadevi, ou “a própria divindade”. Eles declaram que ela seja uma essência de sua própria forma ou svarupa de Mahadevi.

  • Mahanirvana-tantra –

No Mahanirvana-tantra, Kälï é um dos epítetos para a shakti primordial, e em uma passagem Shiva elogia: “Na dissolução das coisas, é Kala [tempo] Que vai devorar tudo, e em razão disso, ele é chamado Mahakala [um epíteto do deus Shiva], e então Tu devoras Mahakala, é Tu que és a Kalika Suprema e Primordial. Porque Tu devoras Kala, Tu és Kälï, a forma original de todas as coisas, e porque Tu és a origem de todas as coisas e devoras és chamado de Adya [primordial] Kälï. Retomando após a dissolução Tua própria forma, escura e sem forma, Tu permaneces sozinha como inefável e inconcebível. Apesar de ter uma forma, ainda sem forma, embora a ti mesmo sem começo, multiforme pelo poder da arte de Maya, Tu és o começo de tudo, Criadora, Protetora e Destruidora.”
A figura de Kälï, portanto, representa os aspectos criativos e é a geradora da realidade, bem como os aspectos de consumo na forma de morte, destruição e medo.

  • Kälï a deusa que está além do tempo –

A passagem acima do Mahanirvana-tantra onde o Senhor Shiva elogia Kälï como a força suprema do universo reforça o status da deusa como a realidade última, onde tudo começa e tudo termina. Kälï está além do tempo. Ela está além da criação e destruição. Ela é a energia do universo que existia antes mesmo de qualquer coisa tomasse forma e ela é a força primordial que deve existir mesmo após o término de toda a matéria. Ela é o nada, assim como a semente de toda a criação. Todos os deuses e manifestações nascem de seu ventre e ela finalmente devora tudo para começar um novo ciclo.

Kälï

  • O ritual Pancatattva –

No ritual Pancatattva, o sadhaka corajosamente busca enfrentar Kälï, e, assim, assimila e transforma-la em um veículo de salvação. Isso fica claro no trabalho do Karpuradi-stotra, um elogio curto para Kälï descrevendo o ritual Pancatattva a ela, realizada no crematório. É também chamado como o Samahana-sadhana que diz:
“Ele, Ó Mahakali, que no campo de cremação, nu e com o cabelo desgrenhado, atentamente medita sobre Ti e recita teu mantra, e com cada recitação faz oferecendo a ti mil flores akanda com semente, torna-se, sem qualquer esforço um Senhor da terra. Ó Kälï, quem na terça-feira à meia-noite, depois de ter pronunciado Teu mantra, faz oferecendo ainda, mas uma vez com devoção a Ti de um fio de cabelo de sua Shakti no campo de cremação, torna-se um grande poeta, um Senhor da terra, e sempre vai permanecer sobre um elefante “.

  • Do mundo material para a libertação final –

Além de ajudar em obter os recursos materiais do ritual Pancatattva em si pode tornar-se a semente para o desenvolvimento espiritual. Kälï mostra o caminho da libertação através do mundo material. Ela não nos diz a renunciar ao mundo. Por outro lado, ela nos convida a celebrar o mundo e procurar neste mundo material. Ela está lá para nos levar para a frente a partir de qualquer estágio de desenvolvimento que estamos para a próxima fase. Kälï é a única que pode nos levar a libertação se nós ouvi-la, e procurar activamente nela. Ela nos ensina a destruir as forças negativas em todos nós representado pelo ego e todas as manifestações do ego como ódio, raiva, medo e inveja. Ela gentilmente e com força nos ensina a mover-se com ela e, uma vez que começar a se mover com ela que começa a perceber a verdade da vida e da morte. Além disso, transcendemos o destino para chegar ao nosso objetivo final da vida, como decidido pela própria deusa mãe.

  • O Stotra Karpuradi –

O Karpuradi-stotra indica claramente que Kälï é mais do que terrível, cruel, matadora de demônios que serve Durga ou Shiva. Aqui, ela é identificada como a amante suprema do universo, associada com os cinco elementos. Em união com o Senhor Shiva, que se diz ser o seu esposo, ela cria e destrói mundos. Sua aparência também toma um rumo diferente, seu papel condizente como governante do mundo e objeto de meditação. Em contraste com seus aspectos terríveis, ela assume formas de uma dimensão mais benigna. Ela é descrita como jovem e bonita, tem um sorriso gentil, e faz gestos com suas duas mãos direitas para dissipar o medo e ofertar bençãos. As características mais positivas expostas oferecem a destilação da ira divina em uma deusa da salvação, que livra o sadhaka do medo. Aqui, Kälï aparece como um símbolo de triunfo sobre a morte. Na verdade, esta é a verdadeira forma da deusa Kälï. Ela é o poder supremo com uma capacidade de destruição e criação renovadora. Junto com seu consorte, ela se manifesta na natureza em pleno vigor. Ela tira a dá novamente.

  • O Guru final –

Para seus devotos e adoradores que é fiel a ela. Ela não esconde a sua forma. Ela leva seus devotos através do caminho de rigor e os torna fortes para que possam segui-la. Ela é a deusa mãe que ensina como andar e ainda carrega seus filhos no colo em face de dificuldades insuperáveis. Ela testa seus devotos para o núcleo e depois leva-los para o caminho da verdadeira libertação. Ela é de fato o maior professor e guru do universo. Ninguém pode saber o sentido da existência, a morte, o renascimento e libertação sob qualquer outro professor, exceto ela.

Kälï
  • A escolha a ser feita –

Como eu disse no início da era de Kali, que virá sobre nós e, nestes tempos de revelação, ou nós podemos viver na ignorância da verdade universal ou podemos buscar o Guru final para mostrar o caminho da libertação. Qual o caminho que queremos escolher, a escolha é absolutamente nossa.

Artigo escrito por Sanjay Nair

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Knowing the Goddess Kali

  • The goddess of death and regeneration –

Goddess Kälï is the Hindu Goddess associated with death, destruction, time, change, rebirth, regeneration and ultimate liberation. She is black and violent in her manifestations in the sense that she destroys anything that stands in the path of creative and generative change. She destroys the self focused ego and so does she destroy the structures represented by the self focussed ego. As per the tantric beliefs as well as the mainstream Hindu Shakta tradition she is considered as the ultimate reality of the universe or the ultimate Brahman. In Hindu traditions she is called as Kalika and is also revered as Bhavatarini, the redeemer of the universe. She is the all pervading goddess and to her devotees she is also the benevolent mother goddess.

  • The virgin goddess –

She is considered as a virgin goddess in the sense that she is fiercely independent and sexual. Here we need to make a distinction of what we mean by virginity when we refer to goddess Kali. It is very different from the western concept of virginity which connotes to sexual chastity. Kälï the goddess is diametrically opposite to the western concept of virginity and she is considered as the ultimate Duti with supreme sexual powers. She enjoys sex and helps in “the rising” of yogic powers through sex.

  • Kälï as Shiva’s consort –

Goddess Kälï can be matched in her energy and manifestations only by lord Shiva. Only lord Shiva is considered as the “other half” of otherwise this fiercely independent goddess. In fact as one story in the mythology goes, only lord Shiva could calm the tempers of Kälï after a bout of destruction of the evil forces. As per this folklore when Goddess Kälï did not stop her act of annihilation and destruction after destroying all the evil forces, the Gods and the mortals started trembling with fear and everybody went to lord Shiva to find a way out. Considering the request of all Gods to prevent the total destruction of the universe, lord Shiva decides to put himself in the path of the destructing goddess Kälï. It was only when her foot landed on the chest of lord Shiva that Kälï recognized her consort and stopped her deadly dance.

  • Kälï the powerful goddess of the Shakta tradition –

Kälï is also associated with other goddess of Hindu tradition like goddess Durga, BhadraKälï, Sati, Rudrani, Parvati and Chamunda and together they represent the supreme feminine force of the universe, the Shakti. The Shakta tradition of the Hindu religion is dedicated to the path of the supreme feminine in the form of Shakti. Kälï is also the foremost among the Dasa Mahavidyas that is the ten tantric goddesses.

  • Goddess Kälï not same as Kal yuga –

We should not confuse Goddess Kälï with the demon representing Kal Yuga. In Mahabharata there is a mention of this demon who seeks to destroy the world of the Dharma or truth. This demon is said to be the cause of all the miseries of the current times called as the Kal yuga. Goddess Kälï on the other hand transcends all time and she existed in all Yugas and she shall exist even after the existence of this universe. She is the primordial goddess who has no beginning and no end. She is the ultimate destroyer and redeemer of the universe and all Yugas including the Kal Yuga and all manifestations of this universe will be ultimately consumed by her and thereafter she shall revive her cycle of creation.

  • The meaning of the name Kälï –

Kälï as a word means the feminine black and it is used to describe the dark and black goddess Kälï. Kälï’s association with blackness stands in contrast to her consort, Shiva, whose body is covered by the white ashes of the cremation ground called as the “samasana in Sanskrit’ in which he meditates, and with which Kälï is also associated, as samasana Kälï. On the other hand the word “Kal” also means the appointed time and death. In Hindu tradition the god of death is called Kal and the lord who controls Kal is Shiva and therefore he is referred as Mahakal. The word “Kal” is also used in association with Goddess Kälï by virtue of which she is referred as the goddess of death and destruction. This association of goddess Kälï with death and destruction is seen in a passage from the Mahabharata, depicting a female figure that carries away the spirits of slain warriors and animals. She is called kalaratri which means night of death. In her association with death and destruction the goddess assumes primordial status and she is considered as the destructor, creator and the redeemer of the universe. She is considered as life taking as well as life giving and she destroys to give rebirth.

  • The origin of Kälï as traced in written texts –

The early written texts show Kälï as a black tongue of Agni the fire god. This form of manifestation appears in the Mundaka Upanishad where Kali is not explicitly mentioned as a goddess, but as the black tongue of the seven flickering tongues of Agni, the Hindu god of fire.

  • Rig Veda –

However, the real prototype of the figure manifesting as Kälï appears in the Rig Veda, in the form of a goddess named Raatri. Raatri is considered to be the prototype of both Durga and Kali and she is the goddess of the night. In the very ancient Sangam era, circa 200BCE-200CE, of Tamilakam, a Kälï-like bloodthirsty goddess named Kottravai appears in the literature of the period. Like Kälï she has dishevelled hair, inspires fear in those who approach her and feasts on battlegrounds littered with the dead. Kottravai is the earliest known form similar to goddess Kälï mentioned in texts. But it was the composition of the Puranas in late antiquity that firmly gave Kälï a place in the Hindu pantheon.

  • Devi Mahatmya –

Kälï or Kalika is described in the Devi Mahatmya also known as the Chandi or the Durgasaptasati from the Markandeya Purana, circa 300-600CE, where she is said to have emanated from the brow of the goddess Durga, a slayer of demons, during one of the battles between the divine and anti-divine forces. In this context, Kälï is considered the ‘forceful’ form of the great goddess Durga.

  • Matsya Purana and Kalika Purana –

Another account of the origins of Kälï is found in the Matsya Purana, circa 1500CE, which states that she originated as a mountain tribal goddess in the north-central part of India, in the region of Mount Kalanjara now known as Kalinjar. The Kalika Purana a work of late ninth or early tenth century is one of the Upapuranas. The Kalika Purana mainly describes different manifestations of the Goddess, gives their iconographic details, mounts, and weapons. It also provides ritual procedures of worshipping Kalika.

  • Presence of Kälï from the very beginning of existence –

As we can see that Kälï is a very ancient goddess of the Hindu tradition with very old and sacred texts of the Hindu religion referring to her manifestations. Accepting the truth that human history is older than any written texts we can imagine the presence of Kali from the very beginning of existence. In fact she is the existence.

  • Tantra yoga –

Goddesses play an important role in the study and practice of Tantra yoga, and are affirmed to be as central to discerning the nature of reality as the male deities are. Tantra yoga works on the principle of awakening of the “feminine Shakti” that resides in the depths of our lower spine.

  • Kundalini rising –

Practice of Tantra yoga awakens this feminine Shakti sitting dormant as a coiled serpent in the lower spine represented by the lower back region. From there the feminine Shakti also called as the Kundalini force is pushed upwards through the various chakras of the body to finally meet lord Shiva at the centre of the head represented by the forehead. This is known as Kundalini rising. Once the feminine Shakti merges with the masculine Shiva at the centre of the head we reach the stage for total liberation and Moksha.

  • Kälï in tantric iconography –

Although Parvati is often said to be the recipient and student of Shiva’s wisdom in the form of Tantras, it is Kälï who seems to dominate much of the Tantric iconography, texts, and rituals. In many sources Kälï is praised as the highest reality or greatest of all deities. The Nirvana-tantra says the gods Brahma, Vishnu, and Shiva all arise from her like bubbles in the sea, ceaselessly arising and passing away, leaving their original source unchanged. Emphasizing on the tantric beliefs and traditions we can now appreciate the manifestation of goddess Kälï who is thought to exist even before the existence and who is considered to prevail even after the end of existence. All forms and other manifestations appear from her and disappear in her. She is the black hole of the universe with no beginning and no end. The Niruttara-tantra and the Picchila-tantra declare all of Kälï’s mantras to be the greatest and the Yogini-tantra, Kamakhya-tantra and the Niruttara-tantra all proclaim Kali vidyas as manifestations of Mahadevi, or “divinity itself”. They declare her to be an essence of her own form or svarupa of the Mahadevi.

  • Mahanirvana-tantra –

In the Mahanirvana-tantra, Kälï is one of the epithets for the primordial shakti, and in one passage Shiva praises her: At the dissolution of things, it is Kala [Time] Who will devour all, and by reason of this He is called Mahakala [an epithet of Lord Shiva], and since Thou devourest Mahakala Himself, it is Thou who art the Supreme Primordial Kalika. Because Thou devourest Kala, Thou art Kälï, the original form of all things, and because Thou art the Origin of and devourest all things Thou art called the Adya [primordial] Kälï. Resuming after Dissolution Thine own form, dark and formless, Thou alone remainest as One ineffable and inconceivable. Though having a form, yet art Thou formless; though Thyself without beginning, multiform by the power of Maya, Thou art the Beginning of all, Creatrix, Protectress, and Destructress that Thou art. The figure of Kälï therefore represents the creative and generative aspects of the reality as well as the consuming aspects in the form of death, destruction and fear.

  • Kälï the goddess who is beyond time –

The above passage from Mahanirvana-tantra where lord Shiva praises Kälï as the supreme force of universe reinforces the status of the goddess as the ultimate reality where everything begins and everything ends. Kälï is beyond time. She is beyond creation and destruction. She is the energy of the universe which existed even before any matter took shape and she is the primal force which shall exist even after the termination of all matter. She is nothingness as well as the seed for all creation. All gods and manifestations take birth from her womb and she ultimately devours everything to start the cycle anew.

  • The Pancatattva ritual –

In the Pancatattva ritual, the sadhaka boldly seeks to confront Kälï, and thereby assimilates and transforms her into a vehicle of salvation. This is clear in the work of the Karpuradi-stotra, a short praise to Kälï describing the Pancatattva ritual unto her, performed on cremation grounds. It is also called as the Samahana-sadhana and it goes like this- “He, O MahaKälï who in the cremation-ground, naked, and with dishevelled hair, intently meditates upon Thee and recites Thy mantra, and with each recitation makes offering to Thee of a thousand Akanda flowers with seed, becomes without any effort a Lord of the earth. O Kälï, whoever on Tuesday at midnight, having uttered Thy mantra, makes offering even but once with devotion to Thee of a hair of his Sakti in the cremation-ground, becomes a great poet, a Lord of the earth, and ever goes mounted upon an elephant”.

  • From the material world to ultimate liberation –

Apart from helping in gain the material resources the Pancatattva ritual in itself can become the seed for further spiritual development. Kälï shows the path of liberation through the material world. She does not tell us to renounce the world. On the other hand she calls us to celebrate the world and seek her in this very material world. She is there to take us forward from whichever stage of development we are on to the next stage. Kälï is the one who can lead us to liberation provided we listen to her, and actively seek her. She teaches us to destroy the negative forces in all of us represented by the ego and all manifestations of the ego like hatred, anger, fear and jealousy. She gently and forcefully teaches us to move with her and once we start moving with her we start realizing the truth of life & death. Further we transcend the destiny to reach our ultimate purpose of life as decided by the mother goddess herself.

  • The Karpuradi Stotra –

The Karpuradi-stotra clearly indicates that Kälï is more than a terrible, vicious, slayer of demons who serves Durga or Shiva. Here, she is identified as the supreme mistress of the universe, associated with the five elements. In union with Lord Shiva, who is said to be her spouse, she creates and destroys worlds. Her appearance also takes a different turn, befitting her role as ruler of the world and object of meditation. In contrast to her terrible aspects, she takes on hints of a more benign dimension. She is described as young and beautiful, has a gentle smile, and makes gestures with her two right hands to dispel any fear and offer boons. The more positive features exposed offer the distillation of divine wrath into a goddess of salvation, who rids the sadhaka of fear. Here, Kali appears as a symbol of triumph over death. In fact this the true form of goddess kali. She is the supreme feminine power with a capacity of destruction and renewed creation. Along with her consort she manifests nature in full force. She takes away to give anew.

  • The ultimate Guru –

To her devotees and worshipers she is true to her real self. She does not hide her form. She takes her devotees through the path of rigour and makes them strong so that they can follow her. She is the mother goddess who teaches how to walk and still carries her children on her lap in the face of insurmountable difficulties. She tests her devotees to the core and then leads them to the path of true liberation. She is in fact the ultimate teacher and guru of the universe. Nobody can learn the meaning of existence, death, rebirth and liberation under any other teacher except her.

  • The choice to be made –

As I said in the beginning the age of Kälï has come upon us and in these times of revelation, either we can live in ignorance of the universal truth or we can seek the ultimate Guru to show the path of liberation. Which path we want to choose, the choice is absolutely with us.

Article by Sanjay Nair

BANHO DE AÇÚCAR

Muitas pessoas não têm o conhecimento deste poderoso banho .


Este banho trás leveza no corpo, remove dores no corpo , remove cargas pesadas , abre caminhos no amor , saúde , dinheiro e Espiritualidade.
Este poderoso banho é cósmico então ele é um equilibrador logo após um banho de sal grosso .

COMO USAR O AÇÚCAR NO BANHO .

Leva 1 xícara de açúcar para o banheiro.


Toma seu banho normalmente.
Depois com o seu corpo molhado passa o açúcar do rosto aos pés como esfoliante.
Passa bastante nos pés , mãos e coluna .


Conforme vai passando você sentirá leveza . Sua energia passa a ficar leve .

Pode ser usado durante 7 dias seguidos.


Pode ser usado na quinta e domingo para atrair dinheiro .
Pode ser usado na sexta para atrair amor .
E na segunda-feira que é o dia da limpeza com o sal grosso pode ser usado o do açúcar depois do sal grosso .

DICA : Para quem precisa de dinheiro é só colocar um punhado de açúcar nas mãos molhadas e esfregar como se estivesse lavando as mãos e depois é só enxaguar .
Faça sempre este ritual e terão dinheiro .

Frequências Vibracionais promovem tanto a Cura como a Doença

Nos Estados Unidos descobriram surpreendentemente que, o que as células cancerígenas mais têm medo é de “amor”! O estudo descobriu que muitas pessoas estão doentes por falta de “amor!”

O Dr. David Hawkins é um médico muito conhecido nos Estados Unidos e já tratou muitos pacientes em todo o mundo. Ele disse que ao ver o paciente já sabe a causa da doença. Ele disse que seus pacientes não falam de amor, só falam de dor, de ressentimento, de frustração, o pacote inteiro está preso ao corpo do paciente. Dr. Hawkins disse: “Muitas pessoas ficam doentes porque não tem amor, só tem dor e frustração.

Pessoas com frequências de vibração abaixo de 200 hz, são fáceis de ficar doente.”

Frequência vibracional é comumente conhecida como o campo magnético. David Hawkins descobriu que as pessoas que estão doentes geralmente têm pensamentos negativos.

Com frequência de vibração acima de 200 hz, as pessoas não ficam doentes. Geralmente, seus pacientes têm frequência de vibração abaixo de 200 hz. Na méda mundial, 85% da população vive em uma frequência abaixo de 200 Hz. Apenas 15% vive acima de 200 Hz e apenas 5% acima de 350 Hz.

Quais são os pensamentos que têm frequências de vibração abaixo de 200hz? Pessoas que gostam de reclamar, culpar e ter ódio dos outros, a frequência é apenas cerca de trinta ou quarenta, quem constantemente acusa os outros, diminui uma grande quantidade de energia, de modo que a frequência de vibração fica abaixo de 200hz. Essas pessoas facilmente adquirem muitas doenças diferentes.

O índice de vibração mais alto é 1000 hz e o índice mais baixo é 1. Ele disse que neste mundo, a maior frequência de vibração que ele viu foi de 700 hz, a sua energia é particularmente suficiente, quando essas pessoas aparecem, podem afetar o campo magnético local.

Quando uma pessoa de alta energia aparece, a sua energia faz com que o campo magnético de todas as coisas se torne belo e pacífico, mas quando uma pessoa tem um monte de pensamentos negativos, ela não somente fere a si mesmo, mas o campo magnético que a circunda se torna ruim. Dr. Hawkins disse que ele testou milhões de casos e pesquisou diferentes raças ao redor do mundo. A resposta é a mesma. Enquanto a frequência de vibração for inferior a 200 hz, a pessoa está “doente”, pois não é a frequência correta de se viver. E poderá a qualquer momento desenvolver várias doenças e dores. Muitos não percebem, mas abaixo de 200 Hz a tristeza impera. Se for acima de 200 hz, não terão doenças.

Quais são os pensamentos acima de 200 hz? Gostar de cuidar dos outros, compaixão, amor, boas ações, tolerância, etc. Estas são frequências de alta vibração, atingindo de 400 hz a 500 hz. Em vez disso, como ódio, raiva, culpar, ressentimento, ciúme, ser exigente com os outros, as coisas egoístas, só consideram a si próprios, com pouca consideração pelos sentimentos dos outros, a frequência de vibração dessas pessoas é baixa. Estas vibrações de baixa frequência também levam ao câncer, causam doenças de coração e outras doenças. Ele nos disse que o pensamento, do ponto de vista médico, é realmente incrível, o pensando tem uma grande influência na saúde das pessoas.

O poder do amor. Depois que o violoncelista japonês Sean sofreu de câncer, ele tentou combater a doença, mas se sentiu cada vez pior. Ele ajustou sua mente e decidiu amar todas as células cancerosas de seu corpo. Ele considerou a intensa dor do câncer como um “serviço de despertar”, com bênçãos e gratidão. Ele achou isso bom. Então ele decidiu amar toda a vida, incluindo todos, tudo. Depois de um tempo, foi inesperado que todas as células cancerígenas tivessem desaparecido. Mais tarde, ele se tornou um conhecido terapeuta no Japão. Essa é a essência da vida – “amor”.