Sri Radhaashtami

Sri Radha rani, o ser que se tornou divino ao se apaixonar pelo próprio Senhor. Radha não se importava com nada quando se tratava dele, ela era capaz de perceber quem ele era e os outros não. Ela se dissolveu nele através de sua devoção, onde ambos se tornaram a mesma expressão daquele divino.

A vida de Radha inspira as pessoas a se apaixonarem por quem criou tudo, em vez de ter medo disso. Bhakti é o caminho do divino, apenas os escolhidos com a graça de lalita parmeshwari o percorrem como o srimati Radha rani fez por devi como Govindrupini. Radhe Radhe.

Sri Matre Namaha.

Magia com Nós: As Amarrações das Bruxas

Hoje em dia quando falamos em amarrações, sempre gera um mal-estar muito grande.Pensa-se primeiramente nos feitiços de amor, onde se obriga a pessoa a ficar com alguém que ela não quer, desrespeitando assim seu livre arbítrio, oque de fato pode ser realizado por meio da magia com nós.
As amarrações são técnicas mágicas milenares, suas origens datam pelo menos 4.000 anos nas tabuletas cuneiformes da Milenar Suméria, nelas são encontradas descrições de vários tipos de magia envolvendo o uso de nós.
Apesar de ser conhecida em todas as culturas e provavelmente por todas as eras, a magia com nós foi caindo em desuso e corre o risco de ser completamente esquecida. Mas não podemos permitir que uma magia global, tão simples e tão eficaz caia no esquecimento não é mesmo?

Mas porque uma magia assim estaria caindo no esquecimento?
Por dois simples motivos:

1-Por ser simples! Hoje em dia os bruxos e magos, acham mais belo fazer rituais complexos, com cerimoniais cheio de odes e invocações e simplesmente se esqueceram daquelas magias realizadas por nossos ancestrais, como quando uma vó ao ver seu netinho com soluços fazia um nó numa linha vermelha e colocava em sua testa!

2-Pela marginalização imposta as amarrações: Hoje em dia quando falamos em fazer uma amarração as pessoas já imaginam que vamos amarrar o marido de outrem a uma pessoa q o deseje, sim tais amarrações existem, mas não são as únicas e existem algumas muito útil a todos nós.

A verdade é que a magia como Nós ainda é tão forte e poderosa quanto a 2.000 a.C., e ainda pode ser realizada hoje em dia com bons resultados.
A História da Magia com Nós é realmente fascinante e longuíssima, porém mais interessante são suas técnicas que serão aqui apresentadas, antes porém se faz necessário um lembrete:
“As ações que você executar durante um encantamento ou trabalho de magia não são tão importantes quanto a necessidades por trás deles.”
É muito importante que nas magias de amarrações você envie suas próprias energias (através de carga emocional) em direção a sua necessidade, ou a magia não surtirá nenhum efeito. A magia não é um apanhado de repetições vazias, de palavras e gestos, mas é sim uma experiência envolvente com alta carga emocional, na qual as palavras e gestos são utilizados como pontos focais ou chaves para liberar o poder que nós possuímos.

Os Barbantes
A magia com nós é normalmente praticada com o uso de barbantes, há também pessoas que preferem cipós, capins e ate cordas de bambus, mas todos esses deterioram muito rapidamente, portanto o barbante acabe sendo o fio mais apropriado por ser natural e ter bastante resistência. Podem ser de qualquer cor, mas há associações especificas com cores. Os barbantes devem ser de material natural, como lãs, a melhor, ou algodão. Evite usar barbantes rígidos, ásperos ou sintéticos, como náilon, raiom ou poliéster. Na maioria dos encantamentos não serão necessários mais que 40 a 60 cm de fio, entretanto se forem necessários muitos nós, use bastante barbante, pois os nós consomem muito material.
Mantenha seus barbantes mágicos em lugares seguros, para que não sejam utilizados com outras finalidades, oque faria com que recebessem outras vibrações. Se desejar tecer, fiar ou trançar seus próprios barbantes, eles serão ainda mais poderosos, pois terão sido feitos por suas próprias mãos, e você poderá se concentrar ainda mais em suas próprias necessidades enquanto tece. Tecer é por sí só uma arte mágica.

✔ Uma simples Amarração
Escolha um barbante de qualquer cor desde que lhe agrade (ou use oque estiver em correspondência com a sua necessidade). Visualize firmemente sua necessidade e sentindo o máximo de emoção que puder de um nó bem forte nele. Puxe as extremidades do barbante até que esteja bem tenso; isso libera o poder para que saia e realize o seu pedido.
O poder não está dentro do nó, ele é liberado para fazer com que sua necessidade se manifeste. O barbante com o nó é uma representação física de sua necessidade, assim como uma imagem.
Até que seu desejo se realize mantenha o barbante com você, ou em algum lugar seguro de sua casa. Assegure-se de que o nó não seja desamarrado e se isso acontecer refaça o encantamento. Quando seu desejo for realizado (e isso acontecerá de forma natural, um colar de diamantes não cairá em seu colo dos céus, ou passagens para uma viagem ao redor do mundo com tudo pago não surgirá do nada em cima da sua escrivaninha da sala), você deve queimar esse barbante ou enterrá-lo para que desintegre naturalmente.Este encantamento pode ser realizado para qualquer finalidade, se desejar desfazer ou reverter o encantamento, desamarre o nó, mas se já tiver enterrado ou queimado isso não será mais possível.

✔ Uma Amarração destrutiva
Se houver uma situação, problema ou possível ameaça que esteja encarando, há uma amarração própria para isso:
Apanhe o barbante e visualize nele firmemente o problema que te aflige em todos os mínimos detalhes. Emocione-se com ele, queime de raiva, desmanche-se em lágrimas, quando estiver em seu ápice emocional, amarre fortemente um nó nesse bartante, visualize toda a questão sendo amarrada no nó.
Afaste-se dele, vá para longe do local onde ele está, tome um banho para relaxar e se purificar, coma ou beba um chá para se acalmar, tire o encantamento da cabeça, afaste-o de seu pensamento. Quando suas emoções se estabilizarem, volte ao nó e com calma e em paz o desate. Veja o problema desaparecendo de sua vida. Está feito!

✔ Uma Amarração de Amor
Apanhe três barbantes diversos e de adoráveis cores pastéis, melhor se forem rosa, vermelho e verde, faça uma trança firme com eles. Dê um nó forte próximo de uma extremidade da trança, pensando em seu desejo de amor.A seguir de outro nó, e mais outro até que tenha dado sete nós. Use ou carregue o barbante consigo até que seu desejo de amor seja realizado.Quando isso acontecer ofereça essa trança a um dos elementais(silfos, duendes, salamandras ou ondinas) para que cuidem desse amor, queime ou enterre-o.

✔ Uma amarração de cura
Faça a pessoa doente com um barbante vermelho,desamarre então o nó e atire ao fogo, dizendo:
EU LANÇO ESSE MAL AO FOGO,
QUE ELE SEJA CONSUMIDO
ASSIM COMO O BARBANTE É
QUE DESAPAREÇA COMO A FUMAÇA…
Enquanto o barbante queime visualize a doença queimando.

✔ Uma Amarração Protetora
Apanhe um barbante e dê nele Nove nós, visualizando um escudo, uma espada flamejante, um cadeado, uma arma de fogo, ou oque quer que seja que represente proteção, pendure o barbante em sua casa ou carregue sempre consigo para sua proteção pessoal.

ALGUMAS NOTAS SOBRE A MAGIA COM NÓS:
-Infelizmente a maioria das amarrações que sobreviveu até hoje e de natureza negativa. No entanto há outros métodos e novidades acerca do folclore com nós muito apropriados.
-Ao praticar magia de qualquer espécie é apropriado manter os cabelos soltos e desembaraçados, se forem longos. O símbolo é óbvio: os nós e tranças podem inibir o poder.
-Se ao lançar um feitiço com nós não tiver em mão nenhum barbante e nem nada com o qual possa improvisar, use o poder da mente e visualize-se dando um nó firmemente nesse barbante, se você atingir o grau de concentração necessário, o encanto será tão forte quanto o que uso uma barbante físico.
-Lembre-se sempre: Existe sim, ética e moral na magia e embora sejamos livres sabemos que tudo que fizermos voltará a nós de forma triplicada!!!

अदिति देवी – Aditi Dēvī – A Mãe Primordial Védica

In Portuguese and English

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A primeira menção escrita da deusa Aditi é encontrado no Rig Veda, que se estima ter sido composta durante cerca de 1700-1100 aC.

Aditi é a mãe principal. No Rig Veda, ela é a mãe de todos os deuses e toda a criação.

Aditi teve 33 filhos, dos quais doze são chamados Âdityas, incluindo Surya , onze são chamados Rudras e oito são chamados Vasus.
Os 12 Adityas cujos nomes incluem:

Vivasvān,
Aryamā,
Pūṣā,
Tvaṣṭā,
Savitā,
Bhaga,
Dhātā,
Vidhātā,
Varuṇa,
Mitra,
Śatru
e Urukrama (Vishnu nasceu como Urukrama, filho de Nabhi e Meru). No Yajur-veda, Aditi é intitulada como aquela que “Suporta o céu, sustém a terra, soberana deste mundo, esposa de Vishnu”; mas no Mahabharata e no Ramayana, como nos puranas, Vishnu é conhecido como filho de Aditi.

Seu nome significa “imensidão e liberdade”. Como alguém que desata, seu papel é semelhante ao de seu filho Varuna como o guardião do rta, a ordem moral cósmica. Ela é o suporte de todas as criaturas. Ela é invocada para proteção e riqueza.

Aditi é mencionada cerca de 80 vezes no Rig Veda, mas nenhum hino é exclusivamente dirigido a ela. Ela é geralmente mencionada juntamente com outros deuses e deusas. É difícil obter uma imagem clara de sua natureza. Ela não é consorte de nenhum deus. Ela também não está relacionada a um fenômeno natural. Fisicamente, ela é bastante inexpressiva. Ao contrário das deusas Ushas (Deusa da aurora) e Prithvi (a mãe terra), sua natureza é indefinida. Ela parece ser uma divindade antiga cuja função original e natureza foram esquecidas mais tarde no Rig Veda.

Talvez a característica mais marcante de Aditi é a maternidade. Ela é a Devamatri. Ela é a mãe dos Adityas. Ela é a mãe de Indra, a mãe dos reis e de todos os deuses. Ela também é a mãe de Vamana uma encarnação de Vishnu. Ela é a fonte de toda a realidade manifesta, ou seja, o passado, o presente e o futuro, “tudo o que tem sido e vai ser”.

Aditi desafia a idéia moderna de que os povos védicos eram patriarcais. Aditi era considerada tanto a deusa do céu quanto a deusa da terra, o que é muito raro para uma civilização pré-histórica. A maioria das civilizações pré-históricas venerava um princípio dual, o Pai Celestial e a Mãe Terra , que parece ser emprestado do conceito de Prithvi (mãe terra) e Dyaus Pita (pai do céu) . A cultura védica atribuiu a Aditi o status de primeira divindade, embora ela não seja a única a se atribuir esse status nos Vedas . Ela é abordada, no Rigveda, como “Poderosa”.

Ela concede riqueza, segurança e abundância. Ela é muitas vezes comparada a uma vaca que fornece a nutrição, saúde e santidade. Seu leite é comparado a redentora e revigorante bebida chamada Soma.

Como muitos outros deuses e deusas hindus, Aditi tem um vahana (uma montaria). Aditi voa pelo céu sem limites em um galo. O galo simboliza força e honra. Suas armas incluem a famosa Trishula e uma espada.
Um conhecido templo antigo de Aditi devi está localizado perto da caverna de corte de rocha em Vizhinjam, Kerala .

Está escrito no Rig-Veda Samhita, mandala 01, capítulo 89 e versículo 10 :-

SÂNSCRITO:

अदितिर्द्यौरदितिरन्तरिक्षमदितिर्माता स पिता स पुत्रः |
विश्वे देवा अदितिः पञ्च जना अदितिर्जातमदितिर्जनित्वम ||१०||

TRANSLITERAÇÃO LATINA:

aditirdyauraditirantarikṣamaditirmātā sa pitā sa putraḥ |
viśve devā aditiḥ pañca janā aditirjātamaditirjanitvam ||10||

PORTUGUÊS:

Aditi é o céu, Aditi é a atmosfera, Aditi é Mãe (Mata), Pai e o Filho (putra). |
Aditi é todas as Deidades Universais, Aditi é as cinco classes de homens, Aditi é tudo o que foi nascido e deve nascer. ||10||

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अदिति – Aditi – The Primordial Vedic Mother

The first written mention of goddess Aditi is found in Rigveda , which is estimated to have been composed roughly during 1700-1100 BC.

Aditi is the mother principle. In Rig Veda she is the mother of all the gods and all creation. Aditi had 33 sons, out of which twelve are called Âdityas including Surya, eleven are called Rudras and eight are called Vasus.

The 12 Adityas whose names include:

Vivasvān ,
Aryamā ,
Pūṣā ,
Tvaṣṭā ,
Savitā ,
Bhaga ,
Dhātā ,
Vidhātā ,
Varuṇa ,
Mitra ,
Śatru ,
and Urukrama (Vishnu was born as Urukrama, the son of Nabhi and Meru). In Yajur-veda, Aditi is entitled as one who “endures heaven, upholds the earth, ruler of this world, wife of Vishnu”; but in Mahabharata and Ramayana, as in the puranas, Vishnu is known as the son of Aditi.

Her name stands for “boundlessness and freedom”. As one who unbinds, her role is similar to that of her son Varuna as the guardian of rta, the cosmic moral order. She is the supporter of all creatures. She is invoked for protection and wealth.

Aditi is mentioned about 80 times in the Rig Veda; yet, no hymn is exclusively addressed to her. She is usually mentioned with other gods and goddesses. It is difficult to get a clear picture of her nature. She is not a consort of any god. She is also not related to a natural phenomenon. Physically, she is rather featureless. Unlike Ushas and Prithvi her nature is undefined. She appears to be an ancient deity whose original function and nature are forgotten in later Rig Veda.

Perhaps the most outstanding feature of Aditi is her Motherhood. She is Devamatri. She is the mother of Adityas. She is the mother of Indra, the mother of kings and of all the gods. She is also the mother of Vamana an incarnation of Vishnu. She is the source of the entire manifested reality-the past, the present and the future; “all that has been and will be born”.

Aditi challenges the modern idea that the Vedic peoples were patriarchal. Aditi was regarded as both the sky goddess, and earth goddess, which is very rare for a prehistoric civilization. Most prehistoric civilizations venerated a dual principle, Sky Father and Earth Mother, which appears to be borrowed from the concept of Prithvi and Dyaus Pita. Aditi was attributed the status of first deity by the Vedic culture, although she is not the only one attributed this status in the Vedas. She is addressed, in the Rigveda as “Mighty”.

She bestows safety, wealth and abundance. She is sometimes compared to a cow that provides health, nourishment and holiness. Her milk is compared to redemptive, invigorating drink Soma.

Like many other Hindu gods and goddesses, Aditi has a vahana (a mount). Aditi flies across the boundless sky on a rooster. The rooster symbolizes strength and honour. Her weapons include the famous Trishula and a sword.
A well known old temple of Aditi devi is locacted near rock cut cave in Vizhinjam, Kerala.

It is written in the Rig-Veda Samhita, mandala 01, chapter 89 and verse 10: –

SANSKRIT:

अदितिर्द्यौरदितिरन्तरिक्षमदितिर्माता स पिता स पुत्रः |
विश्वे देवा अदितिः पञ्च जना अदितिर्जातमदितिर्जनित्वम ||१०||

LATIN TRANSLITERATION:

aditirdyauraditirantarikṣamaditirmātā sa pitā sa putraḥ |
viśve devā aditiḥ pañca janā aditirjātamaditirjanitvam ||10||

ENGLISH:

Aditi is the sky, Aditi is mid-air, Aditi is the Mother (Mata), Father and Son (putra). |
Aditi is all Universal Deities, Aditi is the five classes of men, Aditi all that hath been born and shall be born. ||10||